Esmaltes Chanel

Chanel no arquivo: 2 resenhas testadas na unha, com foto real — do mais recente ao mais antigo.

Sobre Chanel

Se tem uma marca que faz coração de viciada bater mais forte, é a Chanel. Aqui no arquivo ela aparece pouquinho: são 2 resenhas, publicadas entre 2010 e 2012. Poucas, eu sei, mas cada uma tem história.

A primeira foi o Paradoxal, em 2010, um marrom que eu ganhei de presente do sogro, que trouxe de Londres. Foi meu primeiro Chanel, e a empolgação de estrear um vidrinho desses ficou registrada no post. A segunda resenha é do Orange Fizz, um coral puxado pro laranja que a Paula Brasil mostrou aqui em 2012, também o primeiro Chanel dela.

Chanel nunca foi esmalte de todo dia por aqui. É esmalte de presente, de viagem, de ocasião. E é por isso que cada um que passou pelas minhas unhas rendeu post com direito a foto e todos os detalhes.

Os esmaltes Chanel são o lado beauty da maison francesa: preço de luxo, embalagem caprichada e cores que viram desejo no mundo inteiro. O vidrinho tem um truque que eu adoro: a tampa sai e revela uma tampinha menor, bem mais fácil de segurar na hora de pintar.

Teve época em que uma cor da Chanel ditava o mercado inteiro. O Particulière, aquele cinza tão sonhado, fez várias marcas nacionais lançarem inspirações, e eu mesma testei uma mistura de camadas pra chegar perto do tom. Foi uma febre!

Na prática, o que vi nas minhas resenhas: cobertura boa com 2 camadas e secagem rápida. O preço é salgado, mas quem comprou e contou aqui no blog não se arrependeu.

Linhas & Coleções

Como o arquivo tem só duas resenhas da marca, o guia cabe numa listinha, direto ao ponto:

  • Paradoxal (2010): marrom trazido de Londres, meu primeiro Chanel. Duas camadas, secou rápido, e o top coat deu conta das bolinhas do calor. Leia a resenha.
  • Orange Fizz (2012): coral puxado pro laranja, resenha da Paula Brasil. Cor alegre, daquelas que espantam dia cinza. Leia a resenha.
  • Particulière: o cinza mais sonhado da época, que nunca passou puro por aqui, mas inspirou mistura no arquivo.

Dúvidas frequentes

Vale a pena pagar caro num esmalte Chanel?

Vale, se você encara o esmalte como mimo de ocasião: a qualidade acompanha o preço, com boa cobertura e secagem rápida. Só não é esmalte pra ter a coleção inteira.

A Paula resumiu bem no post do Orange Fizz: não se arrependeu nem do preço, nem da qualidade. No meu Paradoxal a experiência também foi boa, com a ressalva das bolinhas, que atribuo ao calor que fazia no Rio. É o tipo de compra que eu faria de novo sem culpa, mas com calma, escolhendo bem a cor.

Esmalte Chanel dá bolinha?

Pode dar, como qualquer esmalte. No meu Paradoxal apareceram bolinhas e eu suspeito do calor daquele dia. Um top coat por cima resolveu e o acabamento ficou lindo.

E vocês, viciadas, têm algum Chanel pra chamar de seu? Me conta nos comentários!

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